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Wednesday, December 21, 2016

Low Vitamin D Among Elderly Associated With Decline In Cognition And Dementia.

ENGLISH INTO PORTUGUESE


Date: September 14, 2015
Source: University of California - Davis Health System

Vitamin D insufficiency among the elderly is highly correlated with accelerated cognitive decline and impaired performance, particularly in domains such as memory loss that are associated with Alzheimer's disease and dementia, researchers have found. 

The effect is "substantial," with individuals with low vitamin D declining at a rate three times faster than those with adequate vitamin D levels.

The researchers said their findings amplify the importance of identifying vitamin D insufficiency among the elderly, particularly high-risk groups such as African-Americans and Hispanics, who are less able to absorb the nutrient from its most plentiful source: sunshine. Among those groups and other darker-skinned individuals, low vitamin D should be considered a risk factor for dementia, they said. The research is published online in JAMA Neurology, a JAMA Network journal.

"Independent of race or ethnicity, baseline cognitive abilities and a host of other risk factors, vitamin D insufficiency was associated with significantly faster declines in both episodic memory and executive function performance," said Joshua Miller, professor in the Department of Pathology and Laboratory Medicine at the time when the research was conducted and now professor and chair of the Department of Nutritional Sciences at Rutgers University.

"This work, and that of others, suggests that there is enough evidence to recommend that people in their 60s and older discuss taking a daily vitamin D supplement with their physicians," Miller said.

"Even if doing so proves to not be effective, there's still very low health risk to doing it," he said.

The large, longitudinal study was conducted in nearly 400 racially and ethnically diverse men and women in Northern California participating in longitudinal research at the Alzheimer's Disease Center in Sacramento, Calif. 

Fifty percent of participants were Caucasian and 50 percent were African-American or Hispanic. The participants had a mean age of 76 and were either cognitively normal, had mild cognitive impairment, or dementia.

The participants' serum vitamin D status was measured at the beginning of the study. Vitamin D deficiency and insufficiency were prevalent among all of the study participants. Overall, 26 percent were deficient and 35 percent were insufficient. Among Caucasians, 54 percent had low vitamin D, compared with 70 percent of African-Americans and Hispanics.

Over five years of follow-up, vitamin D deficient individuals experienced cognitive declines that were two-to-three times faster than those with adequate serum vitamin D levels. In other words it took only two years for the deficient individuals to decline as much as their counterparts with adequate Vitamin D declined during the five-year follow-up period.
"We expected to see declines in individuals with low vitamin D status," said Charles DeCarli, director of the Alzheimer's Disease Center. "What was unexpected was how profoundly and rapidly [low vitamin D] impacts cognition."

Exposing the skin to sunlight is the major source of vitamin D. Racial and some ethnic minorities are at greater risk of low vitamin D because the higher concentration of melanin that makes their skin darker -- and protects against skin cancer in sunny climates -- also inhibits synthesis of vitamin D.

Diet is the other major source of vitamin D. Dietary vitamin D is obtained particularly through dairy consumption. The intake of dairy products is especially low among minority groups, with only 6.5 percent of African-Americans and 11 percent of Mexican-Americans nationwide consuming the recommended three daily servings of dairy products, the study says.
"I don't know if replacement therapy would affect these cognitive trajectories. That needs to be researched and we are planning on doing that," DeCarli said.
"This is a vitamin deficiency that could easily be treated and that has other health consequences. We need to start talking about it. And we need to start talking about it, particularly for people of color, for whom vitamin D deficiency appears to present an even greater risk," he said

Source: (*) University of California - Davis Health System. "Low vitamin D among elderly associated with decline in cognition, dementia." ScienceDaily, 14 September 2015.


PORTUGUÊS


O baixo nível de vitamina D em idosos está associado ao declínio da cognição e demência.

Data : 14 de setembro, 2015
Fonte : University of California (*)

Investigadores do Centro da Doença de Alzheimer UC Davis e da Universidade Rutgers descobriram que a insuficiência de vitamina D em idosos está altamente correlacionada com o declínio cognitivo acelerado e o com o mal desempenho, especialmente relacionado com a perda da memória associada à doença de Alzheimer. 

O efeito é "substancial". Os indivíduos com baixo nível de vitamina D apresentam declínio com uma taxa três vezes mais rápida do que pascientes com níveis de vitamina D adequados.

Os pesquisadores disseram que suas descobertas amplificam a importância de identificar a insuficiência de vitamina D em idosos, particularmente nos grupos de alto risco, como são os afro-americanos e hispânicos, que têm menor capacidade para absorver o nutriente de sua fonte mais abundante: a luz do sol. Entre esses grupos e outros indivíduos de pele mais escura, o baixo nível de vitamina D deve ser considerado um fator de risco de  demência, informaram. A pesquisa está publicada on-line no JAMA Neurology, a JAMA Network journal.

"Independente de raça ou etnia, as habilidades cognitivas basicas e uma série de outros fatores de risco, estão associados a insuficiência de vitamina D o que leva a uma diminuição significativa e rápida, tanto da memória episódica bem como o comportamento da função executiva", disse Joshua Miller, professor no Departamento de Patologia e Medicina Laboratorial e atualmente presidente do Departamento de Ciências da Nutrição da Universidade Rutgers.

"Este e outros trabalhos sugerem que há evidências suficientes para recomendar que as pessoas de 60 anos ou mais deveriam conversar com o seu médico sobre a conveniência de tomar um suplemento diário de vitamina D", disse Miller. "Mesmo se não se observarem beneficios evidentes, ainda o risco de provocar problemas para a saúde é muito baixo", disse ele.

O estudo foi realizado com cerca de 400 homens e mulheres, de diversas razas e etnias, no norte da Califórnia, como parte do programa de investigação longitudinal no centro da doença de Alzheimer em Sacramento, Califórnia. 

Cinquenta por cento dos participantes eram caucasianos e 50 por cento eram Africano-americanos ou hispânicos. Os participantes tinham uma idade média de 76 anos e eram cognitivamente normais ou tinham um comprometimento cognitivo leve ou demência.

O nível de vitamina D foi medido no soro sanguíneo no início do estudo. O resultado mostrou deficiência e insuficência de vitamina D predominante em todos os participantes do estudo. No geral, 26% resultaram deficientes e 35%  insuficientes. Entre os individuos brancos 54% tinham níveis baixos de vitamina D em quanto que os afro-americanos e hispânicos apresentaram 70% de deficiência.

Ao longo de cinco anos de acompanhamento, os indivduos deficientes em vitamina D experimentaram declínios cognitivos duas a três vezes mais rápidos do que aqueles com níveis séricos de vitamina D normias.
  
Em outras palavras levou apenas dois anos para as pessoas com deficiência de vitamina D diminuir o nível cognitivo, em quanto o grupo com vitamina D normal demorou todo o período de acompanhamento de cinco anos.

"Esperávamos ver quedas do índice cognitivo nos indivíduos com baixo nível de vitamina D", disse Charles DeCarli, diretor do Centro de Doença de Alzheimer. "O que foi inesperado foi a profundidade do impacto dos baixos valores de vitamina D no nível cognitivo."

A exposição da pele à luz solar é a principal fonte de vitamina D. Algumas raças e minorias étnicas apresentam maior risco decorrente do baixo nível de vitamina D porque a maior concentração de melanina faz que a pele mais escura (que protege contra o câncer de pele em climas ensolarados), também inibe a síntese da vitamina D. Outra fonte de vitamina D é obtida através dos produtos lácteos. 

"Eu não sei se a terapia de reposição afetaria os níveis cognitivos. Isso precisa ser pesquisado e estamos pensando em fazer isso", disse DeCarli.

"Esta deficiência de vitamina poderia ser facilmente tratada. Temos que começar a falar sobre isso, especialmente para as pessoas de cor, para as quais a deficiência de vitamina D parece apresentar um risco ainda maior ", disse ele.